A pipoca e a guerra
O silêncio de uma tarde de domingo foi irrompido por batidas leves na porta de meu quarto. Pode entrar – falei ao ingresso de minha irmã, Célia, com uma saco plástico nas mãos. Era um saco de pipoca. Aceitei e agradeci. Sendo avisado por ela de uma possível “colher de sal” aderida à guloseima. Por […]
