
A paraibana Andressa Morais não se classificou para as finais nas olímpiadas de Tóquio 2020. Porém, outra brasileira, Isabela da Silva, com a marca de 61.52m no lançamento de disco, garantiu o 12º lugar e vai disputar a decisão a partir das 8h (de Brasília) da próxima segunda-feira.
Andressa Morais queimou a primeira tentativa de lançamento e em sua melhor marca fez 58,90 metros bem abaixo das maiores distâncias com V. Allman dos EUA e K. Kaur da Índia com 66.42 e 64.00 respectivamente.
Com 31 anos, a paraibana de João Pessoa é a atual recordista sul-americana da prova. Andressa se revezava entre as provas de arremesso do peso, lançamento do martelo e lançamento do disco. Foi no disco que a atleta disputou duas edições de Jogos Olímpicos (Londres 2012 e Rio 2016) e outras duas de Jogos Pan-americanos (Toronto 2015 e Lima 2019).
Além de ser um dos principais nomes do atletismo nacional, Andressa Morais é vice-campeã da Diamond League de 2018 e top 10 do ranking mundial nas duas últimas temporadas do lançamento do disco.
Há algum tempo ela foi punida por um ano e quatro meses por uso de dopping.
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Nos Jogos Pan-Americanos de Lima, ano passado, ela conquistou a medalha de prata mas, testou positivo para SARM, e perdeu a medalha.
O resultado obtido nos Jogos Pan-Americanos, por exemplo, foi melhor do que a marca da medalha de bronze nas Olimpíadas do Rio. O grande resultado da carreira de Andressa, porém, veio na final da Diamond League de 2018, quando foi medalhista de prata em uma competição que foi considerada a mais importante daquela temporada.
Para ir aos Jogos Olímpicos, Andressa precisou atingir o índice olímpico de 63,50m. Conseguiu e se classificou para Tóquio 2021, mas não passou de fase.
Laryssa Cristiny | TV Contexto