Urnas eletrônicas são preparadas para as eleições 2020

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Núcleo de Voto Informatizado (NVI) em Patos (PB). Fotos: Ray Santana | TV Contexto

A menos de 15 dias das eleições municipais deste ano, no dia 15 de novembro, as urnas eletrônicas já estão sendo preparadas pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TER-PB) para o dia da votação. O processo foi iniciado na última quinta-feira (29), com a carga das urnas nos cinco Núcleos de Voto Informatizado da Paraíba (NVI), que funcionam em João Pessoa, Campina Grande, Patos, Pombal e Cajazeiras.

Os procedimentos incluem a inserção, nos cartões de memória de carga da urna eletrônica, os dados e fotos dos candidatos a vereador, bem como dos prefeitos e seus vices. Além disso, Geraldo Paulino da Silva, chefe do Núcleo de Voto Informatizado de Patos, explica que além dos dados dos candidatos, há também informações das zonas, eleitores e seções das 13 zonas que abrangem o NVI de Patos, nos 52 municípios atendidos no sertão.

Nessa etapa, voluntários são treinados para o processo, como afirma Diego Pablo, técnico de urna do TRE-PB. “Os voluntários são funcionários públicos. Eles se inscrevem pelo site do TRE voluntáriamente para fazer a inseminação das urnas para as eleições. Há um treinamento de um a dois dias [antes do processo de preparação]”, explicou.

No núcleo de Patos, 1.133 urnas eletrônicas estão sendo preparadas para as sessões, além de outras 183 reservadas para caso aconteçam problemas técnicos durante o pleito, e então estas possam substituir as defeituosas.

O encaminhamento das urnas ocorrerá a partir do dia 12 de outubro para as zonas eleitorais, e algumas já começarão o processo de instalação no dia 13. No caso da 28ª e da 65ª zona eleitoral, a instalação ocorrerá no dia 14, véspera da eleição.

Foto: Júnior Macena | TV Contexto

Todo o processo é seguro e transparente para evitar a possibilidade de fraude, por isso em cada município é sorteada uma urna para auditoria. “São realizados testes e auditorias. Para cada zona eleitoral, e cada município, é escolhida uma urna sorteada para ser feita uma auditoria. Essa auditoria é feita na presença de juiz, fiscais partidários e candidatos que estejam presentes no momento da sua preparação das zonas dos seus municípios”, afirmou Geraldo.

De acordo com o advogado e especialista André Gomes Alves, as urnas são inteiramente seguras, e mesmo em algumas situações onde apresentam falhas técnicas, nunca se houve a confirmação de erro na contagem dos votos. “Ela passa por um teste computadorizado, inclusive com hackers. A Justiça Eleitoral abre o espaço para alguns hackers, para eles manusearem ataques às urnas eletrônicas para verificar a idoneidade das urnas”, afirmou ao ressaltar que esses testes provam a confiabilidade delas.

De acordo com levantamento do Institute for Democracy and Electoral Assistance (IDEA), ao menos 26 países utilizam o sistema de voto eletrônico, seja em eleições nacionais ou regionais. No Brasil, elas são utilizadas desde as eleições de 1996.

O advogado ainda esclarece que em caso de dúvidas, ou suspeitas na votação, após o pleito elas ainda podem ser auditadas para esclarecer qualquer possível suspeita de fraude.

Confira a reportagem:

Ray Santana | TV Contexto

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