
Eleições 2026
Michelle Bolsonaro é vista como uma possibilidade real e plausível para disputar as Eleições de 2026, no lugar do seu esposo, que tem ficado cada vez mais distante do pleito.
Nos bastidores, se comenta que a primeira-dama tem sido estratégica e, por muitas vezes, apresentado um discurso assertivo para sair das polêmicas bolsonaristas.
EUA de olho no STF brasileiro, especialmente Moraes
O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que o ministro do STF pode sofrer sanções.
A Lei Magnitsky, se aplicada, pode trazer sanções bancárias ao ministro, bloqueado contas e cartões nos principais bancos internacionais. Isso acontece em meio as críticas contra o atentado à liberdade de expressão, considerada ferida pelo ministro nas suas últimas decisões.
Lembro muito bem que já havia alertado quanto aos precedentes das decisões duras de Moraes que, na maioria das vez, não são tomadas com outros réus.
Há protecionismo do próprio STF? É claro. Mas imagem que se passa está além, como a de uma Justiça politizada que tem passado das suas atribuições, e punindo aqueles que sequer pensam diferente. Onde está liberdade de expressão?
Anistia na geladeira de Hugo
Hugo Motta decidiu não pautar requerimento de urgência da anistia. A decisão foi tomada um dia após o presidente da Câmara jantar com Lula na última sexta-feira (23).
Enquanto isso, a esquerda e centrão têm avaliado a possibilidade de revisar as penas excessivas e pretendem discutir o texto, mas não querem a aprovação da anistia ampla e irrestrita.
Hugo tem ganhado tempo com as discursões que o deixam em cima do muro nas decisões, sem comprometer totalmente a imagem com os dois lados.
Janja não cala a boca
A primeira dama, Rosângela da Sila, Janaja, continua em alta dentro da cúpula do Governo e fora, mas negativamente. Há um concenso de que Jana contribui negativamente para a imagem do Governo com seu protagonismo forçado.
Na última semana o assunto foi a conversa da primeira dama com o presidente da China, Xi Jinping, sobre o TikTok. Ela teria quebrado o protocolo e comentando e, segundo o apontou o G1 a partir de relatos de integrantes da comitiva brasileira, Janja pediu a palavra para falar sobre como a plataforma representava um desafio em meio ao avanço da extrema direita no Brasil. Para ela, o algoritmo favorece a direita.
A discursão não estava em pauta, e gerou um climão constrangedor que desagradou interlocutores que estavam no encontro.
Ao logo da semana, Jana afirmou que “não se calará”, e diante da repercussão negativa, o presidente voltou a falar sobre a necessidade de regulamentação das redes sociais. O que sabemos que é um nome bonito para a censura.
Ray Santana | Contexto News
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