Morre terceira vítima do acidente aéreo com avião que bateu em prédio em BH

Um avião monomotor caiu e bateu em um prédio residencial na Rua Ilacir Pereira Lima, no bairro Silveira, na Região Nordeste de Belo Horizonte, nesta segunda-feira (5). A aeronave levava quatro empresários do ramo de tecnologia e o piloto, e seguia para São Paulo após uma parada na capital mineira.

Segundo os Bombeiros, o piloto e um passageiro morreram; outras três pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas em estado ao Hospital João XXIII. Um destes feridos, o empresário Leonardo Berganholi, de 50 anos, morreu no fim da tarde desta segunda-feira (4), após não resistir aos ferimentos após a queda do avião monomotor.

O avião havia saído de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, com seis pessoas a bordo: quatro empresários, a filha de um deles e o piloto. Ao pousar no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, a filha de um dos empresários desembarcou para encontrar familiares na cidade.

Fotos mostram empresário Fernando Moreira Souto, piloto Wellington Oliveira Pereira e empresário Leonardo Berganholi, vítimas de acidente aéreo em BH — Foto: Reprodução/TV Globo
Fotos mostram empresário Fernando Moreira Souto, piloto Wellington Oliveira Pereira e empresário Leonardo Berganholi, vítimas de acidente aéreo em BH — Foto: Reprodução/TV Globo
Arthur Schaper Berganholi estava no avião que atingiu um prédio em BH — Foto: Redes sociais

O filho de Leonardo, Arthur Schaper Berganholi de 25 anos, também estava à bordo e foi socorrido em estado grave ao Hospital João XXIII.

A TV Globo apurou que, no momento do acidente, estavam no avião: Leonardo Berganholi, Arthur Schaper Berganholi, Hemerson, e o piloto. A aeronave caiu no estacionamento do prédio. O piloto reportou à torre de controle do Aeroporto da Pampulha que estava com dificuldades na decolagem

A aeronave é um modelo EMB-721C, fabricado pela Neiva em 1979. Ela tem capacidade para até cinco passageiros, além do piloto, seis assentos no total e peso máximo de decolagem de 1.633 quilos. A aeronave não tinha operação autorizada para táxi aéreo, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Ou seja, não pode ser usada para transporte comercial de passageiros ou cargas mediante pagamento, como fazem empresas de táxi aéreo.

Contexto News

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