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IPC aponta hipotermia, traumatismo craniano e prematuridade como causas da morte de recém-nascido abandonado

IPC aponta hipotermia, traumatismo craniano e prematuridade como causas da morte de recém-nascido abandonado

22/05/2026 18h07 Atualizada há 5 meses atrás
Por: Ray Santana
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O Instituto de Polícia Científica da Paraíba informou, nesta sexta-feira (22), que a morte do recém-nascido encontrado abandonado no distrito de Cupissura, em Alhandra, no Litoral Sul paraibano, ocorreu em decorrência de hipotermia, seguida de traumatismo crânio encefálico e prematuridade. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil da Paraíba.

O bebê morreu na madrugada da última quarta-feira (20), após ter sido abandonado entre muros de residências e resgatado por moradores da região. Depois do socorro inicial, a criança foi encaminhada ao Hospital General Edson Ramalho, em João Pessoa, mas não resistiu aos ferimentos.

Mesmo após a conclusão dos exames periciais, o corpo da criança permanece sob custódia do Instituto Médico Legal (IML). Após a finalização dos procedimentos, o cadáver será liberado para que os familiares realizem os trâmites funerários.

O abandono do recém-nascido é investigado pela Polícia Civil da Paraíba.

Relembre o caso

O recém-nascido foi encontrado na manhã da última terça-feira (19), no distrito de Cupissura, localizado entre os municípios de Caaporã e Alhandra, no Litoral Sul da Paraíba. Moradores da região ouviram sons vindos da parede de uma residência e acionaram ajuda.

Inicialmente, os moradores acreditaram que o barulho fosse provocado por um animal. No entanto, ao verificarem o local, encontraram a criança e acionaram imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

A equipe realizou os primeiros atendimentos ainda no local e identificou a necessidade de encaminhar o bebê ao Hospital Municipal de Alhandra para estabilização do quadro clínico.

Após avaliação médica e adoção das medidas emergenciais, foi solicitada a transferência aeromédica por meio do helicóptero Acauã, garantindo maior agilidade e suporte especializado para a continuidade do atendimento hospitalar.

Ray Santana | Contexto News