
Na sessão de abertura dos trabalhos presenciais da Câmara Municipal de Patos, nessa terça-feira (9), a vereadora Nadirgerlane Rodrigues (Republicanos) disse em entrevista à TV Câmara que não concordou com a decisão de voltar dessa forma presencial.
“Confesso que como profissional de Saúde eu não sou a favor do trabalho presencial, haja vista que eu estou vereadora, mas sou profissional de saúde, então diariamente eu estou dentro dos serviços de saúde, mas a gente sabe que hoje qualquer pessoa pode representar um risco, então estamos expostos, disse a vereadora, que também é enfermeira e estudante de medicina.
“Estou aqui para cumprir o que é acordado pela casa, o que a maioria decide, então como a maioria decidiu pelos trabalhos presenciais, eu estou aqui para cumprir com o nosso mandato e prestar contas ao povo patoense, claro que tudo dentro da margem de segurança”, completou.
Já a presidente da Câmara, Tide Eduardo (PSL), contou em entrevista à rádio Universidade, no programa Hora Onze, no dia 8 de fevereiro, que optou pelos trabalho presenciais pois os novos vereadores precisavam sentir-se parte do legislativo, então, atos como, falar na tribuna e sentar-se nas cadeiras com seus nomes, os incentivariam a produzir mais nesse início de mandato.
“Se não voltasse presencial, os vereadores, principalmente os parlamentares novos, que nunca assumiram um mandato de vereador, voltar de forma remota, eles não se sentiriam de fato parlamentares, então conversei com eles, fizemos várias reuniões”, disse Tide, que ressaltou a necessidade de seguir todos os protocolos de segurança, realizando sessões sem público, porém transmitidas online.
Redação | TV Contexto