No tabuleiro do jogo eleitoral de 2026, as peças começam a serem postas e dispostas para apreciação.
No estado da Paraíba, historicamente, temos pleitos acalorados, não diferente nessa quadra histórica de tantas indefinições.
Numa manhã, preguiçosa de domingo, ainda envolto em meus lençóis, comecei a relembrar fatos recentes da política paraibana e patoense.
Do alto de minha média idade, já fui testemunha de reviravoltas, de traições, de adesões instantâneas (carregadas de mistérios).
Uma antiga expressão ou ditado popular me fez refletir: "Não se engane na política paraibana é comum se ver até boi voar".
Juro, que essa expressão nada tem haver com a pecuária, com porteira fechada, voto comprado, coronelismo digital, acordos nos porões da casa velha, mera coincidência.
O que é certo à partir de agora serão os abraços apertados, as mãos demasiadamente seguradas, os sorrisos hipócritas, as ladainhas de promessas inexequíveis e as visitas domiciliares rotineiras a cada 04 anos.
Há algum tempo atrás de minha história, cursei dois semestres de Sociologia, como sempre curioso por entender os meandros do homem em sociedade e o ser político.
Daquelas rápidas aulas, em modalidade de ensino a distância,restaram meu olhar crítico acerca da realidade política brasileira e uma ânsia jamais perder a capacidade de sonhar.
Sim, engana-se quem pensa que sou um pessimista, quando o quesito é Política, prefiro me definir como um realista esperançoso, como apregoava, o saudoso, Ariano Suassuna.
Peremptoriamente, minha visão de mundo, segue intacta por construir ainda com sonhos e projetos uma sociedade mais justa, fraterna e feliz.
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